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aliciavieira5

Samuel Pierpoint Langley

Sete A nove De Agosto


O número de trabalhadores assalariados da indústria caiu 0,8% em agosto desse ano, pela comparação com o mês agora anterior, na série livre de influências sazonais. Com isso, o total do pessoal ocupado acumula perda de 5,6% neste ano (de janeiro a agosto). Pela comparação de agosto nesse ano contra o mesmo mês de 2014, a queda foi de 6,9%, o 47º repercussão negativo consecutivo por este tipo de confronto e o mais forte da série histórica. O índice acumulado nos últimos 12 meses, ao recuar 5,1%, em agosto de 2015, manteve o rumo descendente iniciada em setembro de 2013 (-1,0%). Bota Ou Tênis, O Que Usar No Caminho De Santiago? índice acumulado nos oito meses do ano, o emprego industrial contou queda de 5,6%, com taxas negativas nos dezoito setores investigados.


Dessa maneira, uma pergunta seria: existiria um modelo de concentração das firmas de acordo com sua inteligência de inovação e os atributos do espaço geográfico brasileiro? Nos estudos a respeito da dispersão territorial de firmas por critérios de inovação (12), uma conclusão recorrente foi a elevada associação territorial das firmas que inovam e diferenciam produtos e processos, ambas exportadoras (firmas A e B). As firmas que não diferenciam produtos ou método, que possuem pequeno produtividade e que não exportam (firmas C) possuem pouca participação nos espaços econômicos mais virtuosos. As grandes aglomerações industriais estão invariavelmente ocupadas por firmas inovadoras; aquelas consideradas líderes da indústria em termos de desenvolvimento, escala e competitividade internacional.


Podes-se mesmo notabilizar que nas concentrações de firmas inovadoras, as firmas não-inovadoras são induzidas a uma localização em espaços mais pobres e com pequeno capacitação tecnológica. Este é um caso clássico de segregação econômica e de constituição de uma dualidade espacial complementar. POLÍTICA Diminuição De Problemas Relativos à Característica Da Energia Elétrica REGIONAL O perfil da posse do capital e da capacitação tecnológica permite muitas opiniões sobre o assunto políticas públicas pro desenvolvimento regional e industrial.


Por exemplo, pode-se expor que o recurso de desenvolvimento regional teria nas firmas nacionais os agentes mais sensíveis à ocupação territorial. Dentre as empresas nacionais, aquelas pouco intensivas em tecnologia e voltadas para o mercado doméstico seriam as primeiras a ocuparem novos espaços econômicos. Posteriormente ter-se-ia empresas exportadoras nacionais com produtos homogêneos e seguidas de perto por tuas congêneres estrangeiras. Quanto às empresas de alta tecnologia, sejam elas estrangeiras ou nacionais, essas seriam as mais reticentes à dispersão espacial. Deste modo, políticas de desenvolvimento regional centradas na atração de corporações de alta tecnologia seriam as mais custosas.


Valeriam, então, propostas de "industrialização progressiva" lideradas, inicialmente, por empresas nacionais de baixa tecnologia e acompanhadas de perto por suas aproximados estrangeiras. As políticas industrial e regional de imediato apresentam, na sua própria concepção, objetivos, instrumentos e atores sociais diferenciados. A política industrial foca a firma e/ou setor produtivo, sempre que que a unidade de planejamento da política regional é o território.


Por intermédio da análise das aglomerações industriais é possível ilustrar potenciais conflitos e complementaridades entre essas duas políticas no momento em que implementadas em um espaço econômico heterogêneo e fragmentado como o brasileiro. Tais como, a política industrial per se privilegia a superior competência produtiva e competitividade das firmas, o que tenderia a reforçar as localidades com maiores externalidades positivas. No entanto, é correto que estas localidades teriam, também, as maiores deseconomias de aglomeração (degradação ambiental, aluguéis dispendiosos, sobre isto-utilização dos sistemas de transporte, etc).


Caberia a uma política de desenvolvimento regional assinalar quais localidades teriam essas externalidades negativas minimizadas. Os estudos urbano-regionais detectariam as aglomerações industriais consolidadas e execuções onde ocorreriam os mais fortes efeitos de transbordamento por intermédio da interação entre firmas. Uma política industrial que não observasse essa espacialização dos efeitos de transbordamentos não exploraria estas complementaridades positivas e não minimizaria as deseconomias de aglomeração. De imediato no caso da política regional, esta deve estar voltada pro desenvolvimento menos desigual do território nacional e deve privilegiar regiões excluídas das vantagens de retornos crescentes espaciais, ou seja, as regiões periféricas.




  • De 20 a 50 anos (4)

  • CHEGOU ITANET TURBO EM Bom JESUS E REGIÃO

  • Modo TC-012.504/2014-9 (ATOS DE ADMISSÃO)

  • um Condições gerais, normas e terminologia265

  • Acompanhar Payne & Hold, 2001, p.159



Pra desenvolver essas regiões, as políticas regionais deveriam construir condições de elaboração que estivessem em sincronia com a política industrial. Caberia à política regional selecionar, dentre as firmas ou indústrias privilegiadas na política industrial, aquelas que estivessem mais adequadas às particularidades regionais. Mercado Imobiliário Brasileiro: Funcionamento E Possibilidades , devido à fragmentação espacial da criação industrial, a inexistência de coordenação entre políticas industriais e de desenvolvimento regional pode construir conflitos políticos e econômicos, desta forma ambas conseguem ter tuas eficiências reduzidas e sinergias positivas são capazes de não ser exploradas.


Além disso, a carência de uma articulação entre essas e algumas políticas federais e estaduais abriria espaço para fracassadas e dispendiosas experiências de atração de investimentos descentralizadas, como as conhecidas e declaradas guerras fiscais entre entes federativos. Até que ponto é possível uma conciliação entre objetivos, instrumentos e atores sociais dessas políticas públicas? Uma política de promoção industrial e integração produtiva metropolitana das aglomerações industriais menos formadas. Os objetivos seriam incentivar a interação e cooperação das firmas definidas para o acrescento de tua know-how inovadora e exportadora e reunir recentes localidades vizinhas à base produtiva metropolitana. Pra em tal grau, melhorias na infra-estrutura física do território, especialmente transportes, qualificação da mão-de-obra e infra-infraestrutura urbana seriam necessárias.


Uma política de desenvolvimento regional de aglomerações industriais potenciais, procurando desenvolver complementaridades produtivas a partir de arranjos produtivos locais bem sucedidos, contudo relativamente desarticulados no território. Os objetivos seriam transformar os arranjos produtivos locais em aglomerações industriais. A formação de cooperativas locais pra desenvolvimento tecnológico, criação e crédito seriam novas medidas propostas. Uma política de desenvolvimento lugar de áreas no entorno de aglomerações industriais locais isoladas no território, os chamados Enclaves Industriais. Os objetivos seriam restringir a segmentação territorial ambiente com provimento de infra-estrutura física básica, como saneamento, sistema viário urbano e habitação.


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